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Histórias Irreais

São pedaços de vida, são desabafos de uns e outros, são partilha

São pedaços de vida, são desabafos de uns e outros, são partilha

Confissões #2

Eu não gostava de gatos, de animais em geral, em minha casa.

Não é que não gostasse, era mais ter animais em casa.

Pêlos, trabalho e mais trabalho.

Fui "obrigada" a ter um gato, e não passo sem ele, é a coisa mais fofa, mais cutchi cutchi que podia ter arranjado.

Já informei o filho, quando ele sair de casa, o gato fica.

 

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Conta-me histórias #7

 

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Hoje a minha convidada é uma menina com Nervoso Miudinho, tem um blog cheio de situações que  a tiram do sério, outros textos mais sérios, opiniões, bem escrito e com humor qb.

 

Muito obrigada "Nervosa", concordo com tantos itens neste texto que acho que tenho nervoso miudinho também, não estás só.

 

 

 

 

 

"Agradeço o convite gentil da Vitória, que se lembrou de mim para esta rubrica.

Como a JP não me sinto confortável em trazer aqui um conto, não estou habituada a colocar em papel, embora muitas vezes divague e crie pequenas histórias.

Optei por texto de opinião. Dar opiniões já nos é uma segunda natureza, já o fazemos inconscientemente, analisamos e integramos as experiências e formamos pensamentos sobre o que passa à nossa volta constantemente.

Falo-vos hoje de civismo. Ou da falta generalizada dele. Esta é daquelas coisas que acicata o meu nervoso miudinho. Assisto, há longos anos a coisas que me incomodam. Falo amiúde delas lá no blog, como as filas, que motivou o post de ontem. É um traço mais latino, ou da Europa do Sul talvez, esta incapacidade da espera paciente e ordeira pela sua vez.

Em Londres, por exemplo, em qualquer tapete ou escada rolante, todos, sem excepção se encostam à direita, deixando a esquerda para quem tem pressa. Ora cá, as pessoas estacionam no meio, e até o com o "com licença" têm dificuldade em mexer-se. Nos países nórdicos as filas são por norma mais ordeiras, desde a espera para o autocarro como para qualquer outra situação.

Em Portugal, há sempre alguém que "só quer fazer uma perguntinha", que tem uma coisa muito rápida para resolver, que acha que tem que ir primeiro, que tenta sempre cortar esquinas. Eu espero pacientemente pela minha vez, e a paciência não é, de todo, o meu forte. A pressa de ser atendida é paradoxal, por pessoas desocupadas, ou por pessoas que perdem a pressa toda logo que estão a ser atendidas ou já foram atendidas e vão queimar tempo para um qualquer café.

Andei muitos anos de autocarro, e sempre impus que quando era a primeira a chegar à paragem, era a primeira a entrar, e acreditam que a luta era diária, sempre dei lugar aos prioritários e sempre me sentei no fundo do autocarro, sendo os lugares de prioridade na frente.

Outra demonstração de falta de civismo é a negação do espaço pessoal ou privado, as pessoas colam-se tanto nas filas que estão encostadas a nós, queremos pagar e estão tão perto que podiam marcar o código pessoal por nós, sendo válido no banco, farmácia, centro de saúde, mesmo com a linha vermelha que indica onde esperar, ignora-se completamente.

Por isso no nosso país há tanto conflito no trânsito, com o estacionamento selvagem para se andar menos 5 metros, as infracções de todas as partes, automobilistas, peões, ciclistas (que na minha opinião são dos mais frágeis mas também os que mais infringem),  como bom exemplo os atropelamentos pelo metro, exactamente porque as pessoas decidem que o outro há-de ter que parar, mesmo com o sinal em contrário.

O problema geracional é uma falácia porque quanto maior a idade, maior a determinação que as filas não se lhe aplicam.  Por outro lado não vejo tantas correcções dos pais de agora a comportamentos de crianças que estão a colocar-se em perigo e a estorvar em sítios muito movimentados, como eu era advertida quando era criança, acho que estas pequenas correcções de que fui alvo foram determinantes para estar ciente do ambiente à minha volta e criar um maior senso de civismo e vida em sociedade.

Daria outro texto, mas actualmente os pais chegam com crianças de colo ao meio dia à praia, quando eu e Ele estamos a sair do sol porque é perigoso. Não sei se serei exigente ou também vos acontecem estas coisas?"

Confissões #1

Olá, chamo-me Vitória e estou a tornar-me "docecoólica".

Nunca gostei de doces, chocolates e essas gordurices todas, mas as companhias, ai as companhias.

Deram-me primeiro uns bombons aqui e ali, depois uns toblerone e de repente eu gostava daquilo.

Agora enfardo amêndoas, gomas, chocolates e até os bolos marcham.

E o pior, faço-o sozinha, já dispenso as companhias

 

Sei quem culpar, e estou a pensar pedir uma indeminização, paga em doces é claro.

 

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  Google imagens

 

O impossível

Olhava-se ao espelho e via um breve reflexo da pessoa que foi.

O tempo foi severo, as marcas de uma vida de sacrifícios estavam todos lá.

Não se reconhecia, a menina com sorriso fácil, olhar doce perdeu-se algures, entre trabalho, filhos e vida de dificuldades.

Queria voltar atrás, viver de novo, uma outra vida.

Numa vida sem sonhos, atreveu-se a querer o impossível.

 

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Conta-me histórias #6

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Hoje apesar do feriado temos o Conta-me Histórias e uma menina que vê o Mundo por uma Lente, tem fotos fantásticas, fala sobre livros, filmes, um blogue que vale muito a pena, cheio de desafios e textos muito bons, como vão ver abaixo.

Obrigada JP, pela simpatia e pela excelente reflexão.

Um texto para pensar escrito por quem percebe do assunto.

 

"Um humilde convite à reflexão

O convite da Vitória proporcionou-me a oportunidade de realizar uma pequena reflexão, sempre adiada. Ao contrario dos meus antecessores, não me sinto assim tão à vontade de criar histórias, pelo que optei pelo texto de opinião.

O tema não é novo. Já por mais de uma vez tivemos a oportunidade de ler textos que se relacionam com a realidade com que me deparo todos os dias: a realidade do cuidar.

A verdade é que quando olho para trás, para a jovem que entrou no curso há 11 anos cheia de ilusões e sonhos, tão típicos da juventude (e ainda bem!), percebo o quanto foi duro este caminhar... e continua...

Enfrentar o olhar de alguém doente que deposita em nós toda a esperança de se reabilitar... e nós... simples seres humanos que combatem os seus próprios demónios, com a obrigação de dar uma resposta. Mas... e que resposta? Quando não há resposta? O caminho da esperança, talvez... mas até nisso devemos ter algum tacto. Não a falsa esperança... mas a esperança de que é possível mantermos a nossa dignidade até ao final.

O enfermeiro, tal como os restantes profissionais da área da saúde (desde o auxiliar até ao médico especialista), está ao lado do ser humano acompanhando-o desde a concepção até ao momento da sua partida final para o outro mundo (ou para mundo nenhum).

Sendo assim, questiono...! Será que a população sabe as consequências que este percurso tem na saúde do profissional? E quem cuida destes seres humanos?

Sim, somos seres humanos como os outros, choramos como os outros, e levamos connosco, mais vezes do que se possa pensar, os problemas que absorvemos dos nossos doentes/utentes. Aiiii e agora a saúde mental?

Quantos de nós levamos os nossos parceiros, namorados, maridos, para jantares que supostamente são de lazer e acabamos por utilizar esse espaço como momentos de desabafos? Sim. Por vezes comentamos coisas horrendas tipo os líquidos corporais que observámos ou até a “carnificina” que observamos e fazemos parte em certas ações que temos que fazer para salvar vidas?

Perdoem-nos se, no meio da descompressão rimos de pontapés na linguagem técnica que algumas pessoas dão.... quem nunca ouviu expressões como “a peneira do sono”, “ursa no estômago”, “castrol” ou “argália”, só para nomear algumas...

Somos seres humanos... Pensamos, sentimos e também sofremos convosco e com os vossos! Por isso, quando tiverem que se cruzar com esses profissionais... pensem na coragem que têm, muitas vezes também eles, por vezes, com famílias doentes, problemas pesados, poucas horas dormidas para estudar para serem melhores... e tenham compaixão e agradecimento!

Sim, porque somos seres humanos!!!!!"

JP

 

Feliz Páscoa

Pensamentos ao acaso #3

Vivemos num mundo que séries como Walking Dead ou filmes  como O silêncio dos inocentes (que gosto muito) são um sucesso, quase obras primas.

Toda a gente adora, toda a gente foi ver, mas uma novela com um beijo no feminino (masculino é igual ou pior) é o caos.

Como ver matar, esfolar, morder, queimar, ver sangue por todo o lado é melhor aceite que um simples beijo?

 

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